Podcast #1| “A minha vida de Courgette” (opinião)

Olá a todos,

É a primeira vez que entro neste mundo dos podcasts. E hoje faço o upload do primeiro podcast de muitos, como assim espero. Falo um pouco sobre o filme francês “Ma vie de Courgette”. Espero que gostem e deixem nos comentários a vossa opinião e se gostavam de ouvir mais podcasts.

 

Oiçam o podcast clicando aqui

 

 

 

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Quem se atreve? | Saída de Emergência

Olá a todos,

Sim, eu estou de volta 🙂 E desta vez proponho a todos um desafio.

A editora Saída de Emergência, convida todos os amantes de livros, a acompanharem Miguel Judas, escritor do livro “Os 200 Melhores Percursos de Trekking de Portugal”, num passeio pela Serra de Sintra, este domingo, às 10h.

O encontro será no parque de estacionamento do Convento dos Capuchos. E estão todos convidados a participar neste evento especial.

Para mais informações visitem a página do facebook (Clicando aqui)

Infelizmente, não vou estar presente, devido à distância entre a minha cidade e Sintra. Mas espero que muitos possam aparecer e apoiar esta causa literária.

Aceitam o desafio?

 

 

What does society expect from teen boys?

What does society expect from teen boys? by Tomi Okusanya

Answer by Tomi Okusanya:

*Cracks fingers cause this answer is gonna be long*

  • YOU MUST LIKE AT LEAST ONE SPORT. I’m indifferent to sports; I can watch a sport but I’ve never actually enjoyed sports at all. However, most people I know just assume I support a football team (soccer) or a basketball team, or play a sport because I’m somewhat tall.
  • You need to be in shape. I’ve gotten used to being called fat (and all the negative names under the sun) all because of the fact that I’m a wide-set person, have a round face and dislike sports. So, being toned (at age 16) is what society wants.
  • You should constantly talk about girls and any sort of romantic discussions are boring and beneath you. Teenage boys are expected to be girl hungry (which unfortunately, most I know are): “you checking out her bum/ass/back?”, “damn she’s thick/got fat in the exact right places to give me a hard-on!”. Statements like this disgust me but most of the adults I know only believe that teenage boys are capable of viewing girls as objects with nice curves rather than human beings who are not that different from us.
  • You should play at least one FPS (First Person Shooter) game and FIFA and (almost forgot about this) own a console (preferable a PS or Xbox console). First question most teenagers and teachers ask me is “what console do you have?” for different reasons; teenagers ask so they can compete with me online and teachers to tell me that I need to sacrifice my console for work reasons. I mean, this point isn’t that damaging, but I don’t own a console and I dislike the fact that people can play realistic FPS games that simulate war situations (which normal citizens should never have to experience).
  • Dress well. I have no issues with this.
  • You should treat your (unexpected) erections as if they are disgusting. No-one likes an (surprise) erection but people treat them like they are the scum of the Earth. Get an erection in any situation in which there is no attractive female present and people will lose their shit.
  • Your girlfriend should be extremely attractive. This is probably the most annoying expectation on the list because attractiveness is subjective, but it seems that no-one understands that people have different tastes and that there are some teenage boys who like a girl, irrespective of her looks (rare, I know).
  • You should get good grades and have an interest in science. Teenage boys who have strict parents have probably heard “I want you to become a doctor/lawyer” from their parents at least a thousand times. Moreover, as a teenage boy, you are generally looked down upon if you have a higher interest in liberal arts than in sciences.
  • You are expected to be masculine. Also annoying; people give me a confused look when I say my favorite color is purple. People also give me a disapproving look when I say “I love McDonald’s Cookie Spice Lattes”. Come on, I can’t always say I love sipping Jack Daniels (I hate alcohol in general) and blue.
  • You are expected to take everything on the chin. I think the worst thing I can do to myself in a social setting is cry, but it is something I do very often, in my own privacy because I know that I will always be looked at as fragile and weak. So, crying is a before bed ritual done in private; complaining about tiredness or any sort of mental illness is a big nope because “you are a young man; you should be full of energy”.
  • You are expected to work out. No issues with this as long as it is not taken to the extreme.

(I’ll add more later/edit any issues later).

What does society expect from teen boys?

TalkMoment| A vida e assim…

Olá a todos,

Já não escrevo no blog à imenso tempo, eu sei… Mas hoje, inspirado pela nova música do Ed Sheeran “Castle on the Hill“, percebi que a vida é passageira, que o tempo passa e que os dias correm. Acho que nunca me tinha sentido desta maneira. Fiz 17 anos à pouco tempo, e percebi que dentro de pouco tempo, já vou fazer 18 anos. Falta pouco tempo para tirar carta! Yei! E fico mesmo feliz por isso, sinto-me cada vez mais maduro, e repenso muitas vezes de algumas decisões que tomei e como elas afetaram o meu presente, na altura, futuro. E isso deixou-me a pensar… Para ontem, o hoje era futuro, e eu não sabia o que ia acontecer. Parece um bocado confuso, mas na minha cabeça faz muito sentido… Imaginamos o amanhã, como algo futuro e planeamos, mas a verdade é que, por muito que tentemos planear, o amanhã será o que tiver que ser (e não estou a falar de destino, ou algo do género), mas sim, que cada dia é indefinido. E o amanhã torna-se hoje, e o ontem passado.

Acredito que neste momento, estejam todos um pouco confusos com o texto anterior, mas a realidade é essa, por mais que não a consigamos expressar. A vida é estranha (Life is Strange) é um lema que eu apoio e penso nele imensas vezes, porque a vida é mesmo muito estranha e imprevisível. Enfim… Comecei a divagar, mas é por isso que AGORA escrevo este blog, para deixar fluir as ideais que navegam nesta cabeça, que muitas vezes, não pára de pensar.

p.s Eu sei que no novo acordo se escreve “para” para “pára”, mas não faz sentido na minha cabeça, logo eu uso a maneira antiga.

Espero que tenham gostado deste TalkMoment… Acho que vão existir mais deste género no blog. Como sempre disse, eu ainda estou no primeiro capítulo da minha vida e o segundo ainda é muito inesperado… Pensem que pode não existir um segundo capítulo. Porque, os livros nem sempre se guiam por capítulos.
Espero que tenham entendido a metáfora.

Bons pensamentos,
Apenas o Diogo

let’s talk about knowledge.

NONCHAOTIC

hi guys! today, in my philosophy class i learned that knowledge comes from a logical process and without it there can be no knowledge. and it really got me thinking.


there is, indeed, a valid point in saying that knowledge comes from logic, but some very important things don’t come from logical/racional standpoints.

if we’re talking about stuff such as feelings and emotions and everything in between, there’s not really a strong, well-defined line between what logical and natural (natural as in something you feel without being able to explain why and how).

i know that belief, truth and justification along with an extra condition are the elements that suffice to make knowledge possible. however, when you believe you love somebody and you feel it so intensely you can’t help to think that it is also a true feeling, being able to explain why you love them should make the…

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António Salas | Um grande desafio… 

Desde que me lembro, que quero fazer a diferença. Não penso em mudar o mundo, mas gostava de mudar algumas mentes.

Recentemente, foi-me proposto na escola, que apresentasse um trabalho sobre um livro, cujo tema fosse de cariz filosófico. Não achei complicada a idealização do trabalho e por isso, rapidamente, decidi apresentar um livro de António Salas, um jornalista e autor que sempre me cativou bastante. Porém a tarefa não foi fácil. Salas apresenta-nos livros sobre temas de elevado interesse. Mas quando pensei em Filosofia, pensei que podia falar mais sobre os direitos do ser humano.

Daí, a escolha foi óbvia, “Um ano no tráfico de mulheres” de António Salas.

Assim que o vi na estante da minha mãe, percebi que tinha que me preparar psicologicamente para tal leitura. Por ser um livro com uma temática “forte”, não seria fácil não expressar a minha opinião em relação ao assunto, no entanto, aceitei o desafio. E não me arrependo da minha escolha.

Assim como todos os livros de António Salas, desenvolve-se por relatos de eventos reais, que o jornalista investigou. Apresenta-nos uma escrita direta, falada. Que faz-me sempre lembrar um diário.

O autor relata acontecimentos reais, sobre casos de tráfico de mulheres em Espanha, país tão vizinho do nosso.

Intrigou-me bastante, mas acima de tudo revoltou-me que, em pleno século XXI, casos destes ainda aconteçam. Mesmo por baixo das nossas próprias casas e lugares públicos.

Não me vou alongar mais na conversa, porque pretendo trazer uma opinião deste livro. Por isso espero que vos tenha despertado alguma curiosidade.

Boas leituras 

BFG by Roald Dahl (O Filme)

Quando li que Steven Spielberg, um dos meus realizadores favoritos, ia produzir um filme baseado num livro de Roald Dahl, confesso que fiquei entusiasmado e bastante curioso. Juntar o meu realizador favorito, com um dos meus autores infantis favoritos, só poderia querer dizer uma coisa: Um excelente filme.
Este filme/livro baseia-se na história de um gigante, caçador de sonhos, que vive na Terra dos Gigantes. E de uma menina, Sophie, que vive solitária num orfanato. É uma história que é capaz de nos despertar a imaginação. Um filme delicado, com uma imaginação extraordinária, que tem, como único objetivo, demontrar que a amizade é uma preciosidade.

O filme está interessante, a qualidade é incrível e os pormenores são extraordinários.

Classifiquei este filme, com umas merecidas 4 estrelas. Um pouco “parado” em algumas cenas, mas um filme calmo, com uma temática irreverente.

Aconselho a todos  aqueles que desejam redescobrir a imaginação e a capacidade de sonhar.

Diogo